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Plágios e citações

Uma entrada importante sobre o assunto do título foi recolocada no Holocénico. Intitula-se "Citações" e é de 7 de Janeiro. Recomendo a sua leitura, já que as questões éticas pertencem a uma área de formação que não está, geralmente, abrangida por muitos cursos universitários. Vão dizer-me, provavelmente, que terão dificuldades com a compreensão do texto. Será, mas a importância do assunto abordado não diminui ou desaparece por esse facto.

Comentário(s)

Li o texto proposto no "Holocénico" e os respectivos comentários, o que me levou ao texto sobre plágio por Earl Babbie (tradução de Gonçalo Leite Velho) e, verdade seja dita, não pensei que fosse tão fundamental pensar bem naquilo que se diz... principalmente se já não é a primeira vez que é dito...

Mas confesso que quando li "ética" na entrada do professor, pensava que fosse qualquer coisa mais do género "será ético uma família ter um filho para que este se apresente como provável doador de medula compatível com o outro filho doente?". Ou outros exemplos, como experiências em embriões humanos, ou, sei lá!, montes de outras coisas.

É uma coisa que me aflige não saber como é que é suposto reagir, ou sequer o que é suposto pensar em relação a estes assuntos que têm muito a ver com ética mas também têm muito a ver com ciência e com vida. E com política e religião e milhões de outras coisas da nossa sociedade. Como é que uma pessoa pode pesar todos os factores (que são tantos!) e saber o que é aceitável ou o que é o melhor? E como é que se explica às outras pessoas a nossa decisão (partindo do princípio que temos essa batata quente nas mãos)?

Como é óbvio, não tinha lido o título da entrada do professor. Lamento. É uma coisa que me acontece às vezes, mas vou tentar evitá-la durante os exames (ler a pergunta costuma ser importante...)

Não há receitas para as suas perguntas acima, Pistaxo. Nem cursos universitários, claro. As respostas aprendem-se na Universidade da Vida, a pouco e pouco, nas "aulas práticas".