Beta-oxidação dos ácidos gordos
Quem é que, no seu pefeito juízo, quererá aprender alguma coisa sobre a matéria referida no título? Só lhe falta cheirar a ranço! (o que, de facto é algo que pode acontecer às gorduras - o ranço é causado por enzimas que degradam a gordura, tendo como resultado a libertação de ácidos gordos de cadeia curta, que causam sabores e cheiros indesejáveis). Pois é!
Como um estímulo ao respectivo estudo (que vai começar na próxima semana, caros alunos de Bioquímica II), deixo aqui a ligação para um artigo que mostra a conexão entre o processo acima referido e a doença (naturalmente, em inglês, e só acessível da rede da Universidade de Coimbra):
Tiina Tyni & Douglass M Turnbull (2001). Fatty Acid Oxidation Disorders. Enciclopedia of Life Sciences, Wiley.
Comentário(s)
olha eu por acaso queria mesmo saber sobre este assunto, visto k vou ter exame, e nao percebo bem este processo
Publicado por: ana | julho 3, 2007 05:00 PM
Ana:
Importa-se de me dizer o que é que não percebe? Presumo que onde estuda há professores, bibliotecas e acesso à internet. Ou estou enganado?
Publicado por: MJMatos | julho 3, 2007 05:11 PM
estas perguntas encontravam-se nos diapositivos, e sao exactamente aquelas a k tenho duvidas, e sei que vao sair no exame, gostava que me dissesem as respostas se souberem...Quantas voltas na b-oxidação são necessárias para oxidar o ácido palmítico?
Quantas acetil-CoAs são formadas no total?
Quantos ATPs são produzidos?
Publicado por: ana | julho 3, 2007 05:25 PM
Ana:
Eu acredito em ensinar a "pescar", não em dar o peixe. Atendendo a que um ácido palmítico tem 16 carbono de comprimento e um acetil CoA tem 2, é fácil fazer as contas relativas ao número de voltas e de unidades de acetil CoA produzidas. Quanto ao número de ATPs, isso depende do que o seu professor considerou como o número médio de ATPs produzido por cada NADH e FADH2 do ciclo de Krebs, mas é sempre um número elevado (à volta de 100).
Publicado por: MJMatos | julho 3, 2007 05:50 PM